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23 de out. de 2013

Confira o documentário 'Leve-me pra sair'





Esse projeto terá continuação em breve.

Para esses jovens, ser lésbica, gays ou bissexual, é um grande problema? Qual a idade ideal para sair do armário? Eles sofrem homofobia, preconceito? O termo "opção sexual" faz sentido? O mundo está mudando pra melhor? Ser gay pode estar se tornando um traço de personalidade como outro qualquer, como ser moreno, gostar de rock ou saber imitar aquele apresentador engraçado da TV?

"Leve-me pra sair" retrata um grupo de adolescentes gays de São Paulo e suas visões de mundo. Os depoimentos de 10 jovens entre 16 e 18 anos chamam atenção para questões importantes e outras simplesmente divertidas. Através do discurso desse grupo, o filme dá voz à pessoas de uma nova geração e descobre o que eles pensam sobre identidade, sexualidade e preconceito.

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Comissão de Direitos Humanos aprova projeto que autoriza igrejas a vetar LGBTs

Em sessão presidida pelo pastor deputado Marco Feliciano (PSC-SP), a Comissão de Direitos Humanos da Câmara aprovou nesta quarta-feira (16) projeto de lei que livra templos e igrejas de serem enquadrados no crime de discriminação se vetarem a presença de "cidadãos que violem seus valores, doutrinas, crenças e liturgias".

O texto segue para a Comissão de Constituição e Justiça, antes de ir a plenário e ao Senado.

De acordo com o autor da proposta, deputado Washington Reis (PMDB-RJ), a norma visa evitar que igrejas sejam responsabilizadas criminalmente se recusarem a participação e presença de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais.

O projeto pretende alterar o artigo 20 da lei 7.716, de 1986, que prevê pena de 1 a 3 anos de prisão para quem "induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional."

Segundo Washington Reis, essa norma tem sido usada em ações judiciais de LGBTs que se sentem discriminados por entidades religiosas.

"Deve-se a devida atenção ao fato da prática homossexual ser descrita em muitas doutrinas religiosas como uma conduta em desacordo com suas crenças. Em razão disso, deve-se assistir a tais organizações religiosas o direito de liberdade de manifestação", afirma o deputado na justificativa da proposta.

O relator do projeto na Comissão de Direitos Humanos, deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), defendeu que igrejas possam rejeitar pessoas que não seguem os valores da religião.

"As organizações religiosas têm reconhecido direito de definir regras próprias de funcionamento e inclusive elencar condutas morais e sociais que devem ser seguidas por seus membros. A filiação a uma instituição religiosa constitui opção individual que implica respeito às regras próprias de cada entidade", argumentou.


GENTE EM PLENO SECULO XXI COMO A IGREJA AINDA CONSEGUE AINDA LIDERAR  ASSIM DE TAL FORMA A EXCLUIR UMA PARTE DA POPULAÇÃO POR SUA OPÇÃO SEXUAL E AINDA POR CIMA SENDO DESRESPONSABILIZADAS DE ATOS CRIMINOSOS, OU SEJA  HOJE O RELIGIOSO PODE MATAR ,COMETER ATOS VIOLENTOS CONTRA HOMOSSEXUAIS QUE SIMPLESMENTE NÃO VAI DAR EM NADA, SO PORQUE VAI CONTRA SUA CONDUTA QUE SE FODA SUA CONDUTA.RESPEITO A GENTE APRENDE EM CASA ...EU PODERIA FAZER UM TEXTO IMENSO DE TAO INDIGNADA QUE ESTOU MAS ME FALTARAM AS PALAVRAS APENAS DECEPÇÃO DO PAIS E DA BANCADA GOVERNAMENTAL QUE ESTA NO PODER.

Ilustrações em forma de protesto contra a homofobia na Rússia


Anna Goodsen e um grupo de talentosos ilustradores criaram uma galeria de imagens de protesto.



Indignada com a onde de homofobia na Rússia, Anna Goodsen organizou uma reação bem criativa. A artista explica o início do projeto em seu blog, dizendo: "Fiquei quebrando a cabeça tentando encontrar uma maneira de fazer a diferença. Desde que eu tive esta ideia, ilustração se tornou uma grande parte da minha vida". Goodsen enviou um memorando a todos os que trabalham com Anna Agência Ilustração Goodson e perguntou quem queria participar do protesto, o que rendeu uma resposta positiva.

podem ver as ilustrações nesse site http://www.agoodson.com/illustration/

14 de mai. de 2013

Entenda o casamento entre pessoas do mesmo sexo em cartório


O que é
O Conselho Nacional de Justiça, órgão de controle externo das atividades do Poder Judiciário, obrigou todos os cartórios do país a cumprirem a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), de maio de 2011, de realizar a união estável de casais do mesmo sexo. Além disso, obrigou a conversão da união em casamento e também a realização direta de casamento civil entre pessoas do mesmo sexo.

Motivo
Alguns cartórios, que estão subordinados aos Tribunais de Justiça, continuavam negando o pedido dos casais, mesmo após o entendimento do STF.

O que muda?
Qualquer cartório é obrigado a realizar uniões estáveis, conversão de união em casamento civil e ainda o casamento civil, a partir da publicação da resolução no Diário de Justiça.

Brecha
Não existe uma lei, por isso, ainda há a possibilidade de que cartórios continuem a se negar a realizar as uniões. O STF, no julgamento da causa, recomendou ao Congresso Nacional que aprovasse a legislação, mas o projeto de lei da senadora Marta Suplicy (PT-SP), prevendo os mesmos direitos de união aos casais do mesmo sexo, foi encaminhado à CCJ (Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania) do Senado em junho do ano passado. Desde então, aguarda análise. Além disso, a resolução ainda poderá ser questionada por mandado de segurança no Supremo.

União estável x casamento civil
Existem diferenças na formação, na extinção e no caso de morte de um dos companheiros.




Judiciário x Legislativo
A polêmica sobre as uniões entre pessoas do mesmo sexo chegou ao Supremo depois que muitos casais recorreram à Justiça para equiparar suas uniões às de casais heterossexuais, para dividir bens e adotar filhos, por exemplo. Na ausência de uma lei, o Judiciário vinha decidindo caso a caso, até que a Corte tomou a decisão final.

Como não cabe ao Poder Judiciário legislar, muitos cartórios vinham rejeitando aplicá-la. Assim, Tribunais de Justiça começaram a soltar provimentos a fim de obrigar os cartórios a cumprir o entendimento. Foram 12 ao todo, mais o TJ do DF. Mas mesmo sem eles, os cartórios são obrigados a realizar os casamentos. Segundo o presidente do CNJ, seria "contrassenso" esperar o Congresso. Por isso, a resolução foi aprovada por 11 a 1.

Países que já aprovaram o casamento igualitário



Holanda: após ter criado, em 1998, uma união civil aberta para lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais, a Holanda foi, em abril de 2001, o primeiro país a autorizar o casamento civil de pessoas do mesmo sexo. Os direitos e deveres de cônjuges são idênticos aos dos membros de casamentos heterossexuais, entre eles o da a adoção.

- Bélgica: os casamentos igualitários são autorizados desde junho de 2003. Casais do mesmo sexo têm os mesmos direitos que os casais heterossexuais. Em 2006, conquistaram o direito a adotar.

- Espanha: O governo de José Luis Rodríguez Zapatero legalizou, em julho de 2005, o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Estes casais, casados ou não, também têm a possibilidade de adotar.

- Canadá: A lei sobre o casamento de casais do mesmo sexo e o direito a adotar entrou em vigor em julho de 2005. Anteriormente, a maioria das províncias canadenses já autorizavam a união entre pessoas do mesmo sexo.

- África do Sul: Em novembro de 2006, a África do Sul se tornou o primeiro país do continente africano a legalizar a união entre duas pessoas do mesmo sexo através do casamento ou da união civil.

- Noruega: Uma lei de janeiro de 2009, põe em pé de igualdade os casais do mesmo sexo, tanto para o casamento e a adoção de crianças quanto para a possibilidade de beneficiar-se de fertilização assistida. Desde 1993, contavam com a possibilidade de celebrar união civil.

- Suécia: Pioneira no direito de adoção, desde maio de 2009 a Suécia permite a casais do mesmo sexo se casarem no civil e no religioso. Desde 1995 eram autorizadas a se unir por união civil.

- Portugal: Uma lei, que entrou em vigor em junho de 2010, modifica a definição de casamento, ao suprimir a referência a "de sexo diferente". Exclui o direito à adoção.

- Islândia: A primeira-ministra islandesa, Johanna Sigurdardottir, casou-se com sua companheira em 27 de junho, dia da entrada em vigor da lei que legalizou os casamentos igualitários. Até então, LGBT podiam unir-se legalmente mas a união não era um casamento real.

- Argentina: no dia 15 de julho de 2010, a Argentina se tornou o primeiro país da América Latina a autorizar o casamento igualitário. Os casais do mesmo sexo têm os mesmos direitos que os heterossexuais e podem adotar crianças.

- Dinamarca: a Dinamarca foi o primeiro país a permitir que casais do mesmo sexo oficializassem uniões civis em 1989 e, mais tarde, deu para LGBTs o direito de terem estas uniões reconhecidas pela Igreja. Uma nova lei de 2012 define seu direito a uma cerimônia religiosa.

- Uruguai: em 10 de abril de 2013, se tornou o segundo país latino-americano a legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo, após a Câmara dos Deputados ratificar o projeto de lei do "matrimônio igualitário".

- Nova Zelândia: a lei que reconhece o casamento entre pessoas do mesmo sexo no país foi aprovada em 17 de abril de 2013. O país foi o primeiro da região Ásia-Pacífico a reconhecesse esse direito.

- França: em 23 de abril de 2013, deputados franceses aprovaram o casamento entre pessoas do mesmo sexo, que polarizou a sociedade do país. Na segunda e última leitura do texto na Assembleia Legislativa, 331 deputados votaram a favor e 225 contra.

- Estados Unidos: a legislação sobre o casamento igualitário é dividida entre os estados. Dos 50, 12 permitem a união entre pessoas do mesmo sexo: Connecticut, Iowa, Massachusetts, Maryland, Maine, New Hampshire, Nova York, Vermont, Washington, Delaware, Rhode Island e Minnesota, além do Distrito de Columbia.

CNJ determina que cartórios registrem casamento civil de casais do mesmo sexo


O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou nesta terça-feira uma resolução que obriga os cartórios de todo o país a registrar o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo. A norma também determina que sejam convertidas em casamento as uniões estáveis homoafetiva registradas previamente.

A proposta de resolução foi feita pelo presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa, e foi aprovada por 14 votos a um. Ele argumentou que a resolução era necessária para dar efetividade à decisão tomada pelo STF em maio de 2011 que reconheceu o mesmo direito de união civil para lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais.

Agora, os cartórios não poderão mais se recusar a celebrar casamentos igualitários. Se isso acontecer, o cidadão deverá informar o juiz corregedor do Tribunal de Justiça local. A decisão terá validade assim que for publicada no Diário da Justiça Eletrônico. Não há data prevista para isso acontecer, mas deve ser nos próximos dias. Depois da publicada, a decisão do CNJ pode ser questionada no STF.

Durante a discussão no CNJ, ponderou-se o fato de o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo estar em discussão no Congresso Nacional. Barbosa argumentou que já havia uma decisão do STF e, portanto, não seria o caso de aguardar a atitude dos parlamentares.

"Vamos exigir aprovação de nova lei pelo Congresso Nacional para dar eficácia à decisão que se tomou no Supremo? É um contrassenso" disse.

O ministro lembrou que a decisão do tribunal teve efeito vinculante – ou seja, deve ser seguida por todos os setores do Judiciário e da administração pública: "O conselho está removendo obstáculos administrativos à efetivação de decisão tomada pelo Supremo, que é vinculante".

Conforme informou o Gay1 na semana passada, tribunais de 12 estados e do DF já autorizam casamento civil de pessoas do mesmo sexo.

Segundo o professor de Direito da FGV-Rio Thiago Bottino, a possibilidade de converter a união estável homoafetiva em casamento e a habilitação direta para o casamento (sem união estável prévia) são uma consequência do julgamento do Supremo, pois a legislação dá esse direito a heterossexuais, mas não está expressa na decisão do STF. Por isso, cada juiz interpreta de uma maneira. Quando o TJ de um estado edita um provimento sobre o assunto, ele diminui a insegurança jurídica, que pode acabar com a nova resolução do CNJ.

21 de mar. de 2013

Boato sobre a renuncia de Feliciano se torna assunto mais falado nas redes sociais.


FINALMENTE ALGUMA ATITUDE ESTA SENDO TOMADA, CONVENHAMOS QUE ENQUANTO NOS DIRECIONAMOS AS IDIOTICES FALADAS POR FELICIANO O GOVERNO APROVEITA PRA ATRASAR OS PROJETOS E FAZER O "RAPA" NO DE FATO NOSSO DINHEIRO.... O  JOGO POLITICO NAO PARA.

GENTE VOTO LIMPO É VOTO NULO. PENSEM BEM EM QUEM VOCES ACHAM QUE ESTAO COLOCANDO NO NOSSO GOVERNO LA DENTRO O CERTO VIRA ERRADO E SE NAO QUISER VIRAR SERA OBRIGADO DA MESMA FORMA. PAREM DE ACHAR QUE POLITICO ALGUM VAI MUDAR ALGUMA COISA PORQUE SE MUDASSE REALMENTE O BRASIL AINDA NAO SERIA UM PAIS SUB- DESENVOLVIDO.

O presidente da Câmara, Henrique Alves (PMDB/RN), espera o deputado Marco Feliciano (PSC/SP) para uma reunião que pode decidir o futuro do pastor na Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Casa. De acordo com o líder do PSC, André Moura, Alves teria pedido a renúncia de Feliciano.

Depois de conversar com Alves, Moura disse: "O Henrique acaba de me pedir pra conversar com o Feliciano e pedir que ele renuncie à Presidência da comissão. Vamos falar com ele."

Enquanto as lideranças do Partido Social Cristão (PSC) estavam reunidas com o presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Alves (PMDB/RN), crescem os rumores da saída de Marco Feliciano (PSC/SP) da presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM).

Ao sair da sala de reunião, o presidente da Casa foi perguntado sobre o pedido de renúncia. Henrique Alves não confirmou a saída. "Ainda não", disse ele.

A reportagem entrou em contato com a assessoria de imprensa da liderança do PSC, que não confirmou os rumores. No entanto, a assessoria evitou negar a informação.

Feliciano diz que dar direito a reivindicações feministas estimulam ao homossexualismo


GENTE CADA DIA EU FICO MAIS PASMA COM AS ATITUDES DESSE POLITICO E COM O PARLAMENTO QUE AINDA O MANTEM LA DENTRO. É TANTA BESTEIRA QUE ESSE CARA FALA QUE EU FICO ATÉ SEM PALAVRAS.

As críticas do atual presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados, Marco Feliciano (PSC-SP), avançam também em outra direção: o direito das mulheres. Em entrevista para o livro “Religiões e política; uma análise da atuação dos parlamentares evangélicos sobre direitos das mulheres e LGBTs no Brasil”, ao qual o site O GLOBO teve acesso, o deputado critica as reivindicações do movimento feminista e afirma ser contra as suas lutas porque elas podem conduzir a uma sociedade predominantemente homossexual.

“Quando você estimula uma mulher a ter os mesmos direitos do homem, ela querendo trabalhar, a sua parcela como mãe começa a ficar anulada, e, para que ela não seja mãe, só há uma maneira que se conhece: ou ela não se casa, ou mantém um casamento, um relacionamento com uma pessoa do mesmo sexo, e que vão gozar dos prazeres de uma união e não vão ter filhos. Eu vejo de uma maneira sutil atingir a família; quando você estimula as pessoas a liberarem os seus instintos e conviverem com pessoas do mesmo sexo, você destrói a família, cria-se uma sociedade onde só tem homossexuais, você vê que essa sociedade tende a desaparecer porque ela não gera filhos”, diz ele na página 155, em declaração dada em junho de 2012.

Para o pesquisador Paulo Victor Lopes Leite, do Instituto de Estudos da Religião (Iser), um dos autores do estudo, a posição de Feliciano não é exceção: reflete o pensamento majoritário defendido pelos integrantes da Frente Parlamentar Evangélica.

“Constatamos que os parlamentares evangélicos trabalham com a ideia de pânico moral, que se manifesta sempre que qualquer atitude ou comportamento que se mostra diferente do conceito de família patriarcal, com pai, mãe e filhos. É a ideia de pânico moral que faz com que rejeitem qualquer transformação natural da sociedade, como o casamento igualitário e a necessidade de se discutir a legalização do aborto” avalia.

As afirmações de Feliciano causaram revolta nos movimentos feministas. Para Hildete Pereira de Melo, professora da UFF e pesquisadora de relações de gênero e mercado de trabalho, as convicções do parlamentar são atrasadas porque não acompanham as necessidades da sociedade.

“Ele é misógino e homofóbico. Desde a invenção da pílula anticoncepcional, os casais heterossexuais podem manter vida sexual ativa sem que a gravidez ocorra. Atribuir aos homossexuais a responsabilidade pela destruição da família é um delírio. A destruição tem como culpado o homem, que sai de casa e abandona os filhos quando o relacionamento termina. É preciso entender que os filhos são responsabilidade do casal, e não apenas da mulher” critica.

14 de fev. de 2013

DC Comics contrata homofóbico para roteirizar HQ do Super-Homem e gera protestos



Os fãs do Superman estão indignados com A DC Comics por conta da contratação de um escritor anti-gay para roteirizar, a partir de abril, a revista "Adventures of Superman" (As Aventuras do Super Homem), justamente a publicação do super-herói mais popular da editora, que também é responsável pelas histórias de personagens como Batman, Mulher Maravilha, Flash, Lanterna Verde, Liga da Justiça, entre outros.

A contratação de Orson Scott Card esta gerando muitos protestos e até uma petição já esta rolando na Net (aqui) para que ele seja demitido. "Ele (Card) já disse publicamente acreditar que a igualdade no casamento levaria ao fim da civilização. Ele também faz parte do conselho de uma notória organização anti-igualdade (National Organization for Marriage)."

"Precisamos deixar a DC Comics saber que não podem apoiar Orson Scott Card ou seu trabalho para manter as pessoas LGBT's como cidadãos de segunda classe."

"Eles sabem que são responsáveis ​​perante seus fãs, por isso, se a quantidade suficiente de nós falar agora, eles vão nos ouvir alto e claro.". Diz o texto da petição.

Ator Michael Hartney, que tem o símbolo do super-herói tatuado em seu braço e que se descreve como "o maior fã que o Super-Homem terá", escreveu a DC expressando suas preocupações. "Se ele fosse um negacionista do Holocausto ou um supremacista branco, ninguém teria dúvidas: contratar esse escritor seria uma vergonha para a sua empresa. Bem, Card é uma vergonha para a DC. É a mesma coisa. A comunidade LGBT não vai deixar isso passar em branco. Nossos direitos civis não estão mais em fase de debate ou discussão".

Hartney acrescentou: "E de todos os personagens que Card poderia ter sido contratado para escrever, vocês dão a ele o Superman? O personagem que me ensinou a dar o exemplo? Para fazer a coisa certa, mesmo quando era difícil? Para continuar, mesmo quando parecia impossível? Que insulto. As crianças estão se matando. Estão se matando num clima de intolerância e homofobia promovido publicamente por pessoas como Orson Scott Card. Vocês não têm que contribuir para isso. Vocês não deveriam. Vocês não devem."

A DC se recusou a comentar sobre a polêmica, mas no ano passado eles anunciaram que Alan Scott, o Lanterna Verde era gay (aqui). Em 2006, revelaram que a Batwoman era lésbica.

Quando Carolina do Norte estava votando para proibir uniões do mesmo sexo em 2012, Card escreveu um artigo dizendo que a legalização do casamento homossexual  "não era para dar aos gays o direito de formar casais. O objetivo é dar à esquerda o poder de forçar valores anti-religiosos às nossas crianças. Assim que legalizarem o casamento para pessoas do mesmo sexo, eles o utilizarão como ferramenta para tornar ilegal o ensinamento de valores tradicionais nas escolas".

Diversidade sexual e Literatura infantil gay são novos temas em editoras LGBT




A palavra Diversidade está na própria concepção de 'Arco-íris revisitado': diversidade sexual em pauta, também lançamento da Editora Escândalo, uma vez que são diversas as orientações teóricas, áreas de atuação e filiações acadêmicas dos seus 17 autores.

Em consequência disso, temos um livro com uma gama também diversa de temáticas, que vão desde a exposição da luta do movimento de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais no Brasil, até a análise de textos literários cujas temáticas tocam, de modo direto ou indireto, na questão da homossexualidade.

A obra, organizada pelos professores Adailson Moreira, Carlos Eduardo Bezerra e Telma Macial, oferece visões variadas sobre a questão das homossexualidades, trazendo a público pesquisas em várias áreas das ciências humanas. Um livro surge em um momento crucial, em que crescem as discussões acerca dos direitos LGBTs, bem como cresce a violência homofóbica física e psicológica.

Neste sentido, Arco-íris revisitado coloca-se como uma resposta das universidades brasileiras à sociedade, pois seu conteúdo - frutos de estudos e pesquisas realizados ao longo de anos - se coloca como possibilidade de diálogo com os diversos grupos, desde aqueles que militam em nome da população LGBT até aqueles que a combatem.


O príncipe, o mocinho ou o herói podem ser gays


Lidar com a diversidade sexual, sob o ponto de vista da orientação sexual, é matéria obrigatória na sala de aula. Segundo os PCN – parâmetros curriculares nacionais –, os professores do ensino fundamental em conjunto com a administração escolar devem abordar o tema de acordo com referenciais necessários para a abordagem em sala de aula. O tema ainda é um tabu, vez que esta prática é claramente tímida dentro da escola. Infelizmente, não existe ainda uma política centralizadora desses assuntos.

Pesquisando sobre o tema, o escritor Roberto Muniz Dias desenvolveu um trabalho acadêmico voltado à análise de dois livros infantis que chamam atenção por tratar a homossexualidade sob dois temas diferentes: a fantasia e a biologia. Assim surgiu a obra “O príncipe, o mocinho ou o herói podem ser gays”, lançamento de 2013 da Editora Escândalo.

Ambas as histórias analisadas pelo autor retratam a desconstrução dos parâmetros nos quais a sociedade é fundamentada: um alicerce estático. A sociedade é dinâmica e plural. Ela pode normalmente conviver, respeitosamente, com todos os tipos de orientação sexual. O interessante é observar que os assuntos são abordados de forma espontânea. Constata-se, portanto, que a questão é mais cultural do que qualquer outra perspectiva.

Sobre esse assunto existe pouca literatura. Mas Roberto Muniz Dias traz à tona o tema de forma clara, abordando a análise do discurso embutido nessa Literatura Infantil LGBT.


26 de jan. de 2013

DECEPÇÃO: Parlamento da Rússia aprova lei contra propaganda homossexual.


"Estou completamente revoltada com o país da Rússia no qual era um dos países que eu pretendia conhecer, porém agora jamais visitarei e tenho certeza que vários ativistas pelas causas LGBT pensam o mesmo e aos que moram na Rússia devem estar enojados e decepcionados com seu país. "

O Parlamento da Rússia aprovou nesta sexta-feira, em primeira leitura, o projeto de lei que proíbe a chamada "propaganda da homossexualidade", que limita atos públicos e manifestações de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais.

A medida faz parte de uma série de leis criadas pelo governo do presidente Vladimir Putin diminuindo os direitos de LGBTs na Rússia, um dos países mais preconceituosos em relação à orientação sexual da Europa.

A proposta foi aprovada com 388 votos a favor, um contra e uma abstenção. O projeto de lei ainda passará pela Câmara alta do Parlamento antes de ser enviado à sanção de Putin.

Caso aprovada, permitirá a cobrança de multas de até 50 mil rublos (R$ 3.379) por manifestações, atos de campanha e ativismo pelo fim da homofobia.

Durante o debate no Parlamento, o deputado do governista Rússia Unida Serguei Dorofeyev disse que era preciso proteger crianças e adolescentes do que chamou de "consequências da homossexualidade".




24 de jan. de 2013

Foo Fighters tiram sarro da cara de protestantes anti-gay


Os Foo Fighters sabem como passar um recado! Na noite da última sexta-feira (16), em Kansas, manifestantes anti-gays da Igreja Batista de Westboro se juntaram do lado de fora do Sprint Center, onde mais tarde seria realizado um concerto da banda. Os religiosos protestavam contra o clipe homoerótico/cômico de Hot Buns. Os roqueiros, porém, revidaram em grande estilo.

Antes do show, a banda foi até o local da manifestação e, em cima da parte de trás de um grande caminhão, tocou Hot Buns para os protestantes. Eles foram vestidos com as mesmas roupas de caipiras que utilizaram no videoclipe.

Dave Grohl improvisou as letras e fez um pequeno discurso no meio da música. "Deus abençoe a América! Ela acolhe todos os tipos, eu não me importo se você é negro ou branco ou roxo ou verde, se você é da Pensilvânia ou da Transilvânia, Lady Gaga ou Lady Antebellum. Homens amando mulheres, mulheres amando homens, homens amando homens e mulheres amando mulheres. Todos vocês sabem que gostamos de ver isso", disse. Dá para ser mais rock do que isso?

No sábado, a banda publicou um vídeo do show improvisado em seu canal oficial no Youtube. Confira:



Clipe do Foo Fighters Versao Censurada


EUA conta com apoio de Presidente Barack Obama nas causas LGBT


Ao equiparar a causa de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais às grandes batalhas pelos direitos civis na História dos Estados Unidos, o presidente Barack Obama fez de seu discurso de posse para o segundo mandato uma pedra fundamental na luta pela igualdade entre héteros e homossexuais americanos. Mas, ainda que simbólico, foi apenas um passo. Cidadãos LGBTs são alvos de mais de mil tipos de discriminação legal nos EUA, que abrangem desde a proibição de casamento em 41 estados e de licença remunerada em caso de parceiros doentes até a proibição de declaração conjunta de impostos e a demissão justificada do empregado por orientação sexual em alarmantes 29 estados.

Transformar discurso em ação vai requerer a formação de uma ampla coalizão que atue no Congresso, nos legislativos estaduais e na pressão sobre os juízes da Suprema Corte, que avaliarão pela primeira vez a constitucionalidade de dois casos de proibição do casamento entre pessoas do mesmo sexo.

"Foi um discurso poderoso, que desafia a forma por vezes trivial com que as pessoas tratam a luta dos gays por inclusão plena e igualdade. O presidente afirmou que esta batalha é parte central dos direitos humanos e de todo o projeto americano. Precisamos trabalhar juntos para transformar visão em ação e ação em lei" diz Evan Wolfson, um dos principais ativistas LGBT dos EUA e fundador da organização Freedom to Marry (Liberdade para Casar).

Nos EUA, os estados têm grande autonomia para definir questões relativas a gênero e orientação sexual. A forte influência da religião na administração pública e o histórico conservadorismo americano são combustíveis adicionais à penca de leis discriminatórias. Só 19 estados americanos e o Distrito de Columbia, onde fica a capital, Washington, possibilitam a casais do mesmo sexo adotar crianças, segundo a organização Human Rights Campaign (Campanha pelos Direitos Humanos). Quem se casa e cria filhos numa região não tem seu direito respeitado em outra onde a união civil e a adoção são ilegais.


Lei retrógrada será revisada
Em 1996, o presidente Bill Clinton assinou uma lei (Ato de Defesa do Casamento, Doma, na sigla em inglês) vista como retrocesso histórico, pela qual o governo federal declarou reconhecer apenas o casamento entre homens e mulheres. Isso excluiu casais do mesmo sexo de mais de 1.100 artigos federais, impedindo-os, por exemplo, de se beneficiarem de créditos tributários e de obterem status imigratório como o “green card” para o parceiro estrangeiro.

Nas últimas décadas, porém, a expansão do movimento LGBT e a profusão de cidadãos que se assumem publicamente têm abrandado a visão dos americanos. Há 17 anos, apenas 27% da população apoiavam a união civil entre pessoas do mesmo sexo. Hoje 50% aprovam, a despeito do forte lobby religioso, de movimentos de direita como o Tea Party e da maioria do Partido Republicano.

É neste contexto que Obama tem feito História. O discurso de posse coroa a evolução do pensamento do presidente, que se opunha ao casamento igualitário até maio de 2012. Ainda assim, ele baixou medidas históricas, como o fim da proibição de lésbicas e gays assumidos nas Forças Armadas (“Don’t ask, don’t tell”) e a determinação do Departamento de Justiça de não mais defender o Doma nas Cortes.

Os ativistas esperam que agora Obama também pressione o Congresso para a aprovação da Lei de Não Discriminação no Emprego, parada há mais de uma década, e a revogação do Doma. O presidente já endossou as duas iniciativas.

O ativista Charlie Joughin, da Human Rights Campaign, acredita que a determinação de Obama pode pressionar ainda a Suprema Corte, que avaliará neste semestre a chamada Proposição 8 da Califórnia, que proíbe o casamento igualitário, e o Doma.

"Obama deu uma contribuição inestimável a tornar isso (direitos iguais) o estado normal das coisas. Mas o governo federal não pode impor regras aos estados. A Suprema Corte será crucial, e Obama já deu o recado de que os EUA estão prontos para deixar de ter cidadãos de segunda classe" opina Joughin.

16 de jan. de 2013

Transexual posta transformação facial de feminização




Dizem que uma imagem vale mais do que mil palavras mas, para uma jovem da Austrália, milhares de imagens contam a história de sua transformação fisica em mulher. Em um vídeo postado no Youtube, sob o nickname de “iiGethii”, ela mostra uma sucessão de fotos mostrando gradualmente a metamorfose facial pela qual passou. As informações são do site do jornal britânico Daily Mail.

Nas descrição do vídeo, que tem quase dois minutos, a transexual de 20 anos explica que as imagens mostram o processo de feminização facial que passou por meio de cirurgias. Começando em dezembro de 2009, a primeira imagem mostra um rapaz com cabelos escuros, queixo largo e sobrancelhas grossas.

Na sequência, aparecem inúmeras fotos com sutis mudanças no rosto da transexual ao longo dos meses, que, ao final do vídeo, em 2012, aparece como uma mulher delicada e atraente.

Um ano depois do processo, as sobrancelhas foram desenhadas de forma que ficasse mais feminina, com arcos finos, e o rosto foi se tornando mais fino e arredondado. Outras mudanças drásticas foram os olhos e os lábios mais carnudos.

O cabelo e a maquiagem também são pontos de destaque do vídeo, o que torna a jovem ainda mais feminina. O resultado final fecha o vídeo: um rosto com características femininas, emoldurado por uma franja e fios ondulados.

Desde que foi postado no Youtube em outubro do ano passado, o vídeo teve mais de 375 mil visualizações, com muitos comentários elogiando sucesso dos procedimentos. “Você está uma mulher muito melhor do que eu mesma”, disse uma usuária. De acordo com o site FacialFeminizationSurgery.info, os vários passos do procedimento cirúrgico envolvem cirurgia óssea e tecidos da face. Alguns médicos incluem a remoção de pelos faciais e transplantes de cabelo, como parte do processo.

10 de jan. de 2013

Afeminado -musica de Suellen Luz pelo direito de ser feliz





Afeminado - Suellen Luz

Esse garoto é meio afeminado
Anda de salto pra lá e pra cá
Estão dizendo que o mundo esta acabando
E eu continuo no mesmo lugar

Não crio caso
Fico observando
Enquanto os outros ficam a falar
De cara feia eu não tenho medo
Então agora vou esculhambar

Deixa ele ser feliz
Do jeito que ele quiser
Vale tudo
Homem com Homem
Até mulher com mulher
O que vale é o amor
Que é regra universal
O que importa é o sentimento
Veja como isso é normal

Homem com homem
Mulher com mulher
Segundo o ditado isso vira jacaré
Mulher com homem
Homem com mulher
O que vale é ser feliz
Não importa como é

Essa garota anda meio estranha
Jogando bola, empinando pipa
O menininho ela esnobou
Só quer ficar na casa de uma amiga

Não crio caso fico observando
Enquanto os outros ficam a falar
De cara feia eu não tenho medo
Então agora vou esculhambar

Deixa ela ser feliz
Do jeito que ela quiser
Vale tudo homem com homem
E até mulher com mulher

O que vale é o amor
Que é regra universal
O que importa é o sentimento
Veja como isso é normal

Homem com homem
Mulher com mulher
Segundo o ditado isso vira jacaré
Mulher com homem
Homem com mulher
O que vale é ser feliz
Não importa como é

Jovens Vingadores aparecem com beijo gay em revista Britânica



Os super-heróis da Marvel Comics Hulkling e Wiccano, membros-fundadores dos Jovens Vingadores, apareceram se beijando no The Gay Times, publicação britânica dedicada ao público LGBT.

Os heróis, gays desde sua criação nos quadrinhos, aparecem em uma página da revista que acompanha uma entrevista com o roteirista Kieron Gillen. O escritor divulga na edição a nova fase da revista dos Jovens Vingadores, parte da iniciativa Marvel Now de reformulação de equipes criativas e títulos na editora.

Pela imagem, que você vê abaixo, parece que a editora não limitará o romance dos dois aos "abraços intensos", tão comuns quando o assunto é o relacionamento entre personagens do mesmo sexo em revistas de super-heróis.

14 de dez. de 2012

Curta- Nâo Gosto dos Meninos


O curta conta a historia de homossexuais desde de crianças ate a parte de se assumir de como
não aceitar o fato de serem homossexuais por medo da sociedade , não terem exemplos ja que
os entrevistados sao da década de 80 e como foi depois de se assumirem tanto pra sociedade quanto pra si próprio... vale a pena ver é meu clichê mas tenho certeza que muitos se veem na pele deles ainda nos dias de hoje.

2 de dez. de 2012

Capitalismo Utiliza o "casamento gay " e "publico gay" para aumentar o lucro nos paises

Incrivel como inumeros paises, estados e cidade levam a nossa vitoria de conseguir a Uniao Estavel Homossexual e outras, como um novo meio de lucro até mesmo no turismo é como se as nossas causas so estam sendo aceitas por que o país vai lucrar com isso .

Hoje pra mim surgiu uma nova questao a ser questionada será mesmo que as autoridades politicas que estão no poder estão nos aceitando? criando nossas leis por estarem se preocupando com nosso bem estar ou apenas porque sabemos  que o país irá lucrar com isso?

Exemplo para melhor entendimento é a legalizaçao da maconha, o país so aceitou pelo unico fato que o consumidor da maconha nao pagava imposto por ela, com a legalizaçao e ela sendo vendidas no comecio o consumidor terá que pagar imposto fazendo o país ganhar com isso.

Como as causas LGBT estão sendo as mesmas coisas, estados investindo em turismo LGBT destacadamente para nosso publico, os casamentos homoafetivos como estao no auge a porcentagem aumentou para empresas que organizam eventos.

Entao concluindo O Governo nao está nem ai se o homossexual leva preconceito, é violentado constantemente, o Governo so quer saber se lucra em cima de nós cidadãos gays ou não.

Fica a dica pense bem e reveja os conceitos.

Ele nasceu menina e ela menino sao um casal muito feliz


Katie Hill, 18, viveu os primeiros anos de sua vida como Lucas, filho de um coronel da Marinha. Seu namorado, Arin Andrews, 16, nasceu Esmeralda e, durante a infância, se destacava como bailarina. Na época, a jovem chegou a ganhar vários concursos de beleza. Ambos lutaram contra a sexualidade durante a infância e hoje vivem um relacionamento um tanto quanto incomum.

Katie conta que sempre se sentiu como uma menina presa no corpo de um garoto, Arin disse ter vivido o oposto. Os adolescentes se conheceram quando ambos se preparavam para uma cirurgia de readequação sexual, durante tratamento em Tulsa, Oklahoma, e imediatamente se apaixonaram. “Nós somos perfeitos um para o outro porque ambos crescemos com os mesmos problemas”, conta Katie, que desenvolveu seios por meio de hormônios femininos. “Estamos tão convincentes como menino e menina que ninguém percebe que não somos”, acrescenta a jovem.