21 de mar. de 2013

Boato sobre a renuncia de Feliciano se torna assunto mais falado nas redes sociais.


FINALMENTE ALGUMA ATITUDE ESTA SENDO TOMADA, CONVENHAMOS QUE ENQUANTO NOS DIRECIONAMOS AS IDIOTICES FALADAS POR FELICIANO O GOVERNO APROVEITA PRA ATRASAR OS PROJETOS E FAZER O "RAPA" NO DE FATO NOSSO DINHEIRO.... O  JOGO POLITICO NAO PARA.

GENTE VOTO LIMPO É VOTO NULO. PENSEM BEM EM QUEM VOCES ACHAM QUE ESTAO COLOCANDO NO NOSSO GOVERNO LA DENTRO O CERTO VIRA ERRADO E SE NAO QUISER VIRAR SERA OBRIGADO DA MESMA FORMA. PAREM DE ACHAR QUE POLITICO ALGUM VAI MUDAR ALGUMA COISA PORQUE SE MUDASSE REALMENTE O BRASIL AINDA NAO SERIA UM PAIS SUB- DESENVOLVIDO.

O presidente da Câmara, Henrique Alves (PMDB/RN), espera o deputado Marco Feliciano (PSC/SP) para uma reunião que pode decidir o futuro do pastor na Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Casa. De acordo com o líder do PSC, André Moura, Alves teria pedido a renúncia de Feliciano.

Depois de conversar com Alves, Moura disse: "O Henrique acaba de me pedir pra conversar com o Feliciano e pedir que ele renuncie à Presidência da comissão. Vamos falar com ele."

Enquanto as lideranças do Partido Social Cristão (PSC) estavam reunidas com o presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Alves (PMDB/RN), crescem os rumores da saída de Marco Feliciano (PSC/SP) da presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM).

Ao sair da sala de reunião, o presidente da Casa foi perguntado sobre o pedido de renúncia. Henrique Alves não confirmou a saída. "Ainda não", disse ele.

A reportagem entrou em contato com a assessoria de imprensa da liderança do PSC, que não confirmou os rumores. No entanto, a assessoria evitou negar a informação.

Feliciano diz que dar direito a reivindicações feministas estimulam ao homossexualismo


GENTE CADA DIA EU FICO MAIS PASMA COM AS ATITUDES DESSE POLITICO E COM O PARLAMENTO QUE AINDA O MANTEM LA DENTRO. É TANTA BESTEIRA QUE ESSE CARA FALA QUE EU FICO ATÉ SEM PALAVRAS.

As críticas do atual presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados, Marco Feliciano (PSC-SP), avançam também em outra direção: o direito das mulheres. Em entrevista para o livro “Religiões e política; uma análise da atuação dos parlamentares evangélicos sobre direitos das mulheres e LGBTs no Brasil”, ao qual o site O GLOBO teve acesso, o deputado critica as reivindicações do movimento feminista e afirma ser contra as suas lutas porque elas podem conduzir a uma sociedade predominantemente homossexual.

“Quando você estimula uma mulher a ter os mesmos direitos do homem, ela querendo trabalhar, a sua parcela como mãe começa a ficar anulada, e, para que ela não seja mãe, só há uma maneira que se conhece: ou ela não se casa, ou mantém um casamento, um relacionamento com uma pessoa do mesmo sexo, e que vão gozar dos prazeres de uma união e não vão ter filhos. Eu vejo de uma maneira sutil atingir a família; quando você estimula as pessoas a liberarem os seus instintos e conviverem com pessoas do mesmo sexo, você destrói a família, cria-se uma sociedade onde só tem homossexuais, você vê que essa sociedade tende a desaparecer porque ela não gera filhos”, diz ele na página 155, em declaração dada em junho de 2012.

Para o pesquisador Paulo Victor Lopes Leite, do Instituto de Estudos da Religião (Iser), um dos autores do estudo, a posição de Feliciano não é exceção: reflete o pensamento majoritário defendido pelos integrantes da Frente Parlamentar Evangélica.

“Constatamos que os parlamentares evangélicos trabalham com a ideia de pânico moral, que se manifesta sempre que qualquer atitude ou comportamento que se mostra diferente do conceito de família patriarcal, com pai, mãe e filhos. É a ideia de pânico moral que faz com que rejeitem qualquer transformação natural da sociedade, como o casamento igualitário e a necessidade de se discutir a legalização do aborto” avalia.

As afirmações de Feliciano causaram revolta nos movimentos feministas. Para Hildete Pereira de Melo, professora da UFF e pesquisadora de relações de gênero e mercado de trabalho, as convicções do parlamentar são atrasadas porque não acompanham as necessidades da sociedade.

“Ele é misógino e homofóbico. Desde a invenção da pílula anticoncepcional, os casais heterossexuais podem manter vida sexual ativa sem que a gravidez ocorra. Atribuir aos homossexuais a responsabilidade pela destruição da família é um delírio. A destruição tem como culpado o homem, que sai de casa e abandona os filhos quando o relacionamento termina. É preciso entender que os filhos são responsabilidade do casal, e não apenas da mulher” critica.